sobre a

associação

 

A Associação Brasileira de Agências de Publicidade – Bahia (ABAP-BA) é um braço da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP), que congrega as ABAPs de todo país e é carinhosamente chamada de Nacional. Os capítulos, em todo Brasil, são a própria ABAP e representam as agências de publicidade associadas às entidades. O capítulo Bahia possui 15 associadas, uma diretoria composta de um presidente, vice-presidente e quatro diretores, além de uma executiva de contas, um assistente financeiro e um assessor de comunicação e imprensa.


Diretoria Biênio 2019-2020

Presidente
Cláudio Carvalho (Agência Morya)

Vice-Presidente 
Americo Neto (Viamidia)

Diretor Financeiro
Clóvis Lima (SLA Propaganda)
Diretora Cultural
Marta Dória (Objectiva)

Diretor de Desenvolvimento 
Vítor Barros (Propeg)
Diretor de Capacitação 
Leonardo César (Leiaute)
Diretor de Gestão 
Eduardo Santos (Ideia 3)

Logo da ABAP-BA

nossa história

Tudo começa com a criação, em 1949, da Associação Brasileira de Agências de Publicidade, em São Paulo, como uma entidade que representava todas as agências do país. Anteriormente, atuavam no Brasil apenas duas outras associações, ambas fundadas em 1937: a Associação Brasileira de Propaganda (ABP) e a Associação Paulista de Propaganda (APP). Se a primeira, a ABP, se colocava como uma entidade do Rio de Janeiro, do outro lado, a APP deixava claro, até no nome, que era essencialmente paulista. As duas entidades concorrentes não tinham critérios claros de admissão e admitia um leque muito amplo e variado de associados, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Basicamente, a atuação dessas entidades era na organização de comemoração para o Dia Mundial da Propaganda e promoção de cursos profissionalizantes, uma vez que ainda não existia a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

A ABAP foi inspiradora da Lei nº. 4.680 – Lei que regulamentou a atividade publicitária – e do Código de Ética dos Profissionais de Propaganda. As criações do Instituto Verificador de Circulação (IVC) e do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (CONAR) receberam da ABAP apoio decisivo. Em 1997/98 liderou as associações da indústria da comunicação para a criação do Comitê Executivo das Normas-Padrão, que viabilizou o acordo de empresas anunciantes, agências de publicidade e veículos de comunicação, para implantação das novas Normas-Padrão da Atividade Publicitária e a criação do CENP – Conselho Executivo das Normas-Padrão, órgão normatizador das relações comerciais entre as três partes.

O pano de fundo da cena política brasileira era o início da ditadura do governo de Getúlio Vargas, 1937-1945, o chamado Estado Novo, e a capital federal ainda era o Rio de Janeiro. Desde o início de seu funcionamento que a ABAP estabeleceu critérios rígidos para admissão de associados. Eram exigidos das agências: um capital social mínimo, uma determinada estrutura e um número mínimo de funcionários, dentre outras. Com os novos critérios de admissão, a ABP começa então a funcionar com apenas 11 associadas.

Farol de Salvador

o nascimento da associação

A regionalização da ABAP começa em 1961 com a criação do capítulo Rio de Janeiro. Enquanto isso, na Bahia, houve a tentativa de se criar a Associação Baiana de Propaganda que não prosperou. Ao voltarem do 2º Congresso Brasileiro de Propaganda, os publicitários baianos estavam motivados e decididos a fundar A ABAP na Bahia, momento em que houve o crescimento da propaganda no Estado. Então, no dia 18 de maio de 1978, toma posse a primeira diretoria da ABAP- Capítulo Bahia composta de Fernando Carvalho (Presidente); Ubirajara da Silva Monteiro (Secretário) e José Jorge Randam (Tesoureiro). 

A ABAP Bahia nasceu com 11 agências associadas num momento dos mais importantes para a propaganda do Estado. O mercado publicitário estava em pleno aquecimento e havia a perspectiva de ser realizado o IV Congresso Brasileiro de Propaganda na Bahia, além do surgimento de cinco entidades importantes ligadas ao mercado: a Central de Outdoor, o Grupo de Mídia, o Grupo de Atendimento de Veículos, o Grupo de Atendimento de Agências e a AP-Bahia, que na prática teria a função de coordenar a ação das entidades. A ABAP-BA chega então para suprir a lacuna que seria da Associação Baiana de Propaganda (ABP), constituída em 1959/1960 e que terminou por ser desativada. 

A partir desse momento, a ABAP Bahia passou a fazer importantes contribuições ao segmento, produzindo conteúdo capaz de atualizar nossos profissionais, e usando do associativismo para promover ações de desenvolvimento do mercado da propaganda baiana, assim como fazer melhor uso deste meio de comunicação para aquecer outros setores da economia. O incentivo à criatividade, ao “pensar novo”, não apenas desenvolveu o setor, como também vem exportando talentos para outras partes do País todos os anos.

ações intensificadas no presente

Nos últimos anos, a entidade vem intensificando suas ações, de modo a contribuir para o desenvolvimento local, como forma de gerar novas demandas para o mercado publicitário. Entre as iniciativas, está o “Programa Start”, voltado a produção publicitária para pequenos anunciantes, o “Nordeste Bola da Vez”, voltada à promoção da região para grandes anunciantes do País, mostrando toda sua potencialidade para negócios; e o incentivo à publicidade como forma de gerar descontos tributários, em 2019. 

Por fim, chegamos a 2020, e aos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus. Com a paralisação de diversas atividades econômicas, e a necessidade de maior quantidade de recursos na área Social e da Saúde, a ABAP Bahia entrou firme na luta contra a Covid-19, ouvindo diversos atores do setor produtivo para fazer um diagnóstico do cenário, e, assim, construir conjuntamente um projeto de retomada das atividades.

associadas

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